📖 Navegar na Bíblia:

Gênesis 1:25

✍️ Por Alberto Adriano·16 de março de 2025·⏱️ 15 min de leitura·👁 1066 acessos
Deus fez os animais selvagens segundo as suas espécies, os animais domésticos segundo as suas espécies e todos os répteis do solo segundo as suas espécies. E Deus viu que era bom.
Feras, gado e animais rastejantes reunidos na terra criados por Deus no sexto dia

Estudo

Deus fez os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

1. Introdução

No versículo anterior, Deus ordenou: "Produza a terra seres viventes." Agora o texto mostra o cumprimento dessa ordem, e o faz com um verbo diferente: "E fez Deus os animais da terra." Há aqui uma delicadeza que merece atenção. Num versículo, a terra produz; no seguinte, Deus faz. As duas coisas são ditas lado a lado, sem contradição. Deus age por meio da terra, e a obra continua sendo Sua.

Este versículo completa a criação dos animais terrestres. Enumera de novo as três grandes categorias — as feras selvagens, o gado, os pequenos animais que rastejam — e sela tudo com a frase que percorre o capítulo inteiro: "e viu Deus que era bom." A vida animal está completa, e está aprovada. Antes de o homem entrar em cena, a criação já é declarada boa.

Esse "era bom", repetido tantas vezes, é uma das afirmações mais importantes de toda a Bíblia. Contra toda visão que despreza a matéria, que vê o mundo físico como mau ou sem valor, Gênesis insiste: o que Deus fez é bom. Os bichos, o chão, a vida que rasteja e corre — tudo recebe o selo da aprovação divina. A criação não é um erro a ser superado; é uma obra boa a ser contemplada.

2. Contexto Histórico e Cultural

O relato da criação em Gênesis foi escrito num mundo cheio de ideias sobre os animais e a matéria. Alguns povos divinizavam certos animais — o touro, a serpente, o crocodilo eram objetos de culto no Egito e alhures. Outros, mais tarde, desenvolveriam a ideia oposta: a de que a matéria e o corpo são maus, prisões da alma, e que a verdadeira espiritualidade consiste em escapar do mundo físico. Entre a adoração dos animais e o desprezo da matéria, Gênesis traça o seu próprio caminho.

O texto não adora os animais: eles são criaturas, feitas por Deus, e não deuses. Mas também não os despreza: eles são bons, aprovados pelo Criador. A repetição do "e viu Deus que era bom" é uma afirmação forte do valor do mundo material. O corpo, os animais, a terra — nada disso é indigno ou mau. Tudo saiu das mãos de Deus com a marca da bondade.

Vale notar a relação entre este versículo e o anterior. Gênesis 1:24 dizia que a terra "produz" os animais; Gênesis 1:25 diz que Deus "os fez". Longe de se contradizerem, os dois versículos se completam. O texto afirma ao mesmo tempo que a natureza participa da obra da vida e que essa obra é, do princípio ao fim, ação de Deus. A terra é o meio; Deus é o autor. Essa maneira de falar preserva tanto o papel da criação quanto a soberania do Criador.

Aparece ainda, pela última vez neste bloco, a expressão "segundo a sua espécie", repetida três vezes no versículo. Ela sela a ideia da ordem da criação: cada tipo de animal foi feito conforme a sua espécie. Como antes, trata-se de uma afirmação sobre a constância e a fidelidade da vida, e não de um tratado científico sobre biologia.

3. Análise Teológica do Versículo

"E fez Deus os animais selvagens da terra segundo a sua espécie"

Esta expressão enfatiza a criação divina dos animais terrestres, destacando o desígnio e a ordem intencionais de Deus. O termo "espécies" sugere uma classificação dos animais, alinhada ao tema bíblico da ordem e do propósito na criação. Esse conceito é fundamental para compreender a perspectiva bíblica sobre a biodiversidade e reflete a ideia de que Deus criou grupos distintos de animais com a capacidade de se reproduzirem dentro das suas próprias categorias, conceito ecoado na criação das plantas e de outros seres vivos antes em Gênesis. A expressão também sublinha a soberania de Deus sobre a criação, pois é Ele quem determina a natureza e as características de cada criatura.

"o gado segundo a sua espécie"

A menção ao "gado" indica os animais que mais tarde se tornariam integrantes da agricultura e da vida diária humana. Isso reflete a antecipação de Deus quanto às necessidades do homem, pois o gado seria essencial para o alimento, o vestuário e o trabalho. A categorização "segundo a sua espécie" novamente enfatiza a ordem da criação. No contexto do antigo Oriente Próximo, o gado era sinal de riqueza e prosperidade, e a sua criação aqui antecipa a sua importância na sociedade humana. Essa expressão também se liga a leis e narrativas bíblicas posteriores em que o gado tem papel significativo, como no sistema de sacrifícios e nas histórias dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó.

"e todo animal que anda arrastando sobre a terra segundo a sua espécie"

Esta expressão inclui todas as criaturas rastejantes, abrangendo uma ampla variedade de pequenos animais e insetos. A inclusão dessas criaturas realça a plenitude da criação de Deus, pois nada é ignorado ou tido por insignificante. A expressão "segundo a sua espécie" reforça a ideia de categorias distintas dentro da criação, assegurando a estabilidade e a continuidade de cada tipo. Isso reflete o tema bíblico do cuidado de Deus com toda a criação, pois até as menores criaturas fazem parte do Seu plano divino.

"E viu Deus que era bom"

Esta declaração de bondade é tema recorrente no relato da criação, sinalizando a aprovação e a satisfação de Deus com a Sua obra. Ela sublinha a bondade inerente da criação, em conformidade com a perfeita vontade e propósito de Deus. Essa expressão também lembra o estado original de harmonia e perfeição do mundo antes da queda do homem. A bondade da criação reflete o caráter de Deus e o Seu desejo de um mundo ordenado, funcional e belo. Essa afirmação de bondade é fundamental para compreender a visão bíblica, que enxerga a criação como reflexo da glória de Deus e testemunho do Seu poder criador.

4. Pessoas, Lugares e Eventos

Pessoas

Deus — o Criador que faz os animais da terra e contempla a Sua obra como boa.

Eventos e Criaturas

Os Animais Selvagens da Terra — as feras, criadas segundo as suas espécies.

O Gado — os animais domésticos, feitos segundo as suas espécies, úteis à vida humana.

Os Animais Rastejantes — todas as criaturas que se movem rente ao chão, incluídas na plenitude da criação.

A Aprovação Divina — o momento em que Deus vê a vida animal completa e a declara boa.

5. Pontos de Ensino

A soberania de Deus na criação

Deus determina a natureza e as características de cada criatura; toda a vida animal é obra Sua.

Diversidade e ordem

A variedade dos animais, feitos segundo as suas espécies, reflete o desígnio ordenado de Deus.

A bondade da criação

Deus viu que era bom; o mundo material e a vida animal têm valor e aprovação divina.

A provisão para a humanidade

A criação do gado antecipa as necessidades humanas de alimento, trabalho e sustento.

Reflexo do caráter de Deus

A criação boa, ordenada e bela é espelho da glória e da bondade do Criador.

6. Aspectos Filosóficos

Este versículo faz uma afirmação que a filosofia levou milênios discutindo: o mundo material é bom? Muitas correntes de pensamento responderam que não. Para algumas, o corpo é uma prisão, a matéria é fonte de corrupção, e o ideal seria a alma escapar do mundo físico. Para outras, o mundo é indiferente, sem valor próprio, mera matéria a ser usada. Gênesis 1:25 corta essas visões com quatro palavras: "e viu Deus que era bom."

A bondade da criação, tantas vezes repetida no capítulo, não é um detalhe decorativo. É uma tese sobre a realidade. O mundo físico — os animais, a terra, o corpo, a matéria — não é mau nem neutro; é bom, porque saiu das mãos de um Deus bom. Isso funda uma maneira inteira de viver: não se despreza o corpo, não se foge do mundo, não se trata a matéria como inimiga. A espiritualidade bíblica não é fuga do mundo físico, mas gratidão por ele.

É preciso, no entanto, entender bem o que "bom" significa aqui. Não quer dizer perfeito no sentido de acabado e imutável, nem quer dizer que tudo seja agradável a nós. "Bom" significa conforme ao propósito, adequado, aquilo que Deus quis e aprovou. A criação é boa porque corresponde à intenção do Criador, não porque atenda às nossas preferências. Reconhecer isso guarda contra dois erros: idealizar a natureza como paraíso intocado e desprezá-la como falha. Ela é boa no sentido exato de ser querida e aprovada por Deus.

Há ainda o modo como este versículo se junta ao anterior. Gênesis 1:24 diz que a terra produz os animais; Gênesis 1:25 diz que Deus os fez. As duas afirmações convivem, e nisso há uma lição filosófica sutil: a ação de Deus e a participação da criação não competem. Deus pode agir por meio de causas naturais sem deixar de ser o autor. Não é preciso escolher entre "a terra produziu" e "Deus fez" — o texto afirma os dois. Essa é uma chave importante, também, para pensar a relação entre a fé e as explicações naturais do mundo: reconhecer o meio não elimina o Autor.

7. Aplicações Práticas

Receber o mundo material como bom. O corpo, a comida, os animais, a terra — nada disso é indigno ou inimigo da vida espiritual. Deus os chamou de bons. Isso liberta da culpa diante do mundo físico e convida a viver nele com gratidão, e não com desprezo ou fuga.

Cuidar bem dos animais. Se Deus fez as criaturas e as declarou boas, tratá-las com crueldade ou descaso contraria o juízo do Criador. O bom trato dos animais não é sentimentalismo; é coerência com o valor que Deus lhes deu.

Enxergar a mão de Deus por trás dos meios. A terra produz e Deus faz. Reconhecer causas naturais no mundo não afasta Deus; Ele age através delas. Isso ajuda a viver a fé sem medo do conhecimento, vendo o Autor por trás dos processos.

Aprender com a criação. Jó manda perguntar aos animais, e eles ensinam. A vida ao redor — a ordem, a diversidade, a beleza — é uma mestra silenciosa que aponta para o Criador. Observar a natureza com atenção é uma forma de ouvir o que ela testemunha.

Confiar na bondade de fundo do mundo. Apesar de tudo o que depois se quebrou, a criação nasceu boa. Essa bondade original é motivo de esperança: o mundo não é um acidente maligno, mas obra boa de um Deus bom, destinada à restauração.

8. Perguntas e Respostas Reflexivas

1. Qual é o significado de Gênesis 1:25?

É o versículo que completa a criação dos animais terrestres e a declara boa. O seu significado está em afirmar que Deus fez cada tipo de animal segundo a sua espécie e aprovou a Sua obra — sublinhando a soberania do Criador e a bondade do mundo material antes mesmo da criação do homem.

2. Como Gênesis 1:25 demonstra o desígnio intencional de Deus na criação?

Pela ordem cuidadosa dos animais "segundo as suas espécies", repetida três vezes. A criação não é caótica nem aleatória: cada categoria — feras, gado, rastejantes — tem o seu lugar. Essa estrutura revela um Criador que age com propósito e método, não ao acaso.

3. O que "E fez Deus os animais da terra" revela sobre o Seu poder?

Revela um poder que é ao mesmo tempo soberano e cuidadoso. Deus faz cada tipo de criatura, do maior ao menor, com atenção aos detalhes. E, unido ao versículo anterior, mostra que Ele age por meio da terra sem deixar de ser o autor — a criação é obra Sua, do princípio ao fim.

4. Como Gênesis 1:25 se conecta à criação do homem à imagem de Deus?

Os animais são feitos imediatamente antes do homem, no mesmo sexto dia. Isso aproxima o homem da criação animal — partilham o dia e o solo — mas prepara o contraste: só o homem será feito à imagem de Deus. A criação boa dos animais é o cenário sobre o qual se destaca a singularidade humana.

5. De que maneiras podemos apreciar a criatividade de Deus no mundo natural hoje?

Observando com atenção a diversidade da vida, a ordem dos ecossistemas, a beleza e a estranheza das criaturas. Cada animal é uma amostra da criatividade de Deus. Contemplar o mundo natural com olhos atentos transforma o comum em motivo de admiração e louvor.

6. Como Gênesis 1:25 deve influenciar a nossa administração dos animais e do meio ambiente?

Se Deus fez os animais e os declarou bons, temos o dever de tratá-los com cuidado e de preservar os ambientes em que vivem. A bondade que Deus reconheceu na criação impõe responsabilidade: cuidar do que Ele fez e aprovou, em vez de destruí-lo.

7. Como Gênesis 1:25 se relaciona com a compreensão científica da criação e da evolução das espécies?

A expressão "segundo a sua espécie" fala da ordem e da constância da vida, não de mecanismos biológicos. O versículo afirma que Deus é a origem da vida animal e que a criação tem tipos estáveis; a ciência investiga como as espécies se desenvolvem. E o próprio texto, ao dizer que "a terra produz" e que "Deus fez", mostra que reconhecer meios naturais não elimina o Autor.

8. Por que Gênesis 1:25 enfatiza que Deus criou os animais "segundo as suas espécies"?

Para afirmar a ordem e a fidelidade da criação. Cada tipo de animal gera conforme a sua espécie; a vida tem constância, não é um caos disforme. A repetição sublinha que a criação reflete a mente ordenada de Deus, e não uma mistura aleatória de formas.

9. Conexão com Outros Textos

"Formou, pois, o SENHOR Deus da terra todo animal do campo, e toda ave dos céus, e trouxe-os a Adão." (Gênesis 2:19)

O segundo relato retoma a criação dos animais a partir da terra e a liga ao homem, que lhes dá nome. Confirma o vínculo entre o solo, os animais e o cuidado humano.

"Verdadeiramente pergunta agora aos animais, que eles te ensinarão; e às aves dos céus, que elas te explicarão." (Jó 12:7-8)

Jó apresenta os animais criados por Deus como mestres silenciosos: a própria criação testemunha o poder e a sabedoria do Criador a quem observa.

"Pois toda criatura de Deus é boa, e não há nada a rejeitar, se for recebida com gratidão." (1 Timóteo 4:4)

O Novo Testamento retoma o "e viu Deus que era bom": nada do que Deus criou é, em si, indigno ou desprezível. A bondade da criação atravessa toda a Bíblia.

"Como são muitas as suas obras, SENHOR! Tu fizeste todas com sabedoria; a terra está cheia de teus bens." (Salmos 104:24)

O salmista contempla a terra repleta das criaturas feitas no sexto dia e vê nelas a assinatura da sabedoria de Deus, transformando a criação em louvor.

10. Original Hebraico e Análise

Texto em português: Deus fez os animais selvagens segundo as suas espécies, os animais domésticos segundo as suas espécies e todos os répteis do solo segundo as suas espécies. E Deus viu que era bom.

Texto hebraico: וַיַּעַשׂ אֱלֹהִים אֶת־חַיַּת הָאָרֶץ לְמִינָהּ וְאֶת־הַבְּהֵמָה לְמִינָהּ וְאֵת כָּל־רֶמֶשׂ הָאֲדָמָה לְמִינֵהוּ וַיַּרְא אֱלֹהִים כִּי־טוֹב׃

Transliteração: vayáas Elohim et-chayát ha'árets leminá ve'et-habehemá leminá ve'et kol-rémes ha'adamá leminéhu vayár Elohim ki-tov.

Análise palavra por palavra:

vayáas (וַיַּעַשׂ) — "e fez": do verbo asá, "fazer, fabricar, moldar". É diferente do totsé ("produza a terra") do versículo anterior. Enquanto 1:24 diz que a terra produz, 1:25 diz que Deus faz. Os dois verbos convivem: Deus age por meio da terra sem deixar de ser o autor da obra.

chayát ha'árets (חַיַּת הָאָרֶץ) — "os animais selvagens da terra": as feras, a vida não domesticada, os animais do campo aberto.

behemá (בְּהֵמָה) — "gado, animais domésticos": os animais mansos, ligados à vida do homem, ao trabalho e ao sustento.

rémes ha'adamá (רֶמֶשׂ הָאֲדָמָה) — "o que rasteja sobre o solo": as criaturas rastejantes. Note-se a palavra adamá, "solo, terra cultivável", a mesma raiz de onde virá o nome do homem, Adão, formado do solo. Os pequenos animais e o homem partilham a origem no chão.

leminá / leminéhu (לְמִינָהּ / לְמִינֵהוּ) — "segundo a sua espécie": repetido três vezes, sela a ordem da criação. Cada tipo de animal conforme o seu gênero.

ki-tov (כִּי־טוֹב) — "que era bom": a fórmula da aprovação divina, aqui fechando a criação da vida animal. Tov é bom, adequado, belo, conforme ao propósito de Deus.

Nota teológica: dois pontos merecem destaque. Primeiro, a diferença entre totsé (1:24, "a terra produz") e vayáas (1:25, "Deus fez"): o texto afirma os dois sem contradição, ensinando que Deus age por meio da criação sem que ela deixe de ser obra Sua — o meio natural e a ação divina não competem. Segundo, o "e viu Deus que era bom", que sela a criação animal antes da criação do homem. Com alto grau de certeza, essa fórmula é uma afirmação deliberada do valor do mundo material: contra toda visão que despreza a matéria e o corpo como maus, Gênesis declara a criação física boa, aprovada por Deus. A vida animal, a terra e o corpo têm dignidade porque saíram das mãos de um Deus bom.

11. Conclusão

Gênesis 1:25 completa a criação dos animais terrestres e a sela com o refrão que marca todo o capítulo: "e viu Deus que era bom." Antes mesmo de o homem ser criado, a vida animal está pronta e aprovada. As feras, o gado, as criaturas que rastejam — todas feitas segundo as suas espécies, todas boas diante de Deus.

Vimos que o versículo guarda duas lições preciosas. A primeira está no encontro entre "a terra produz" e "Deus fez": o texto afirma os dois, ensinando que a ação de Deus e a participação da criação não competem — Ele é o autor mesmo quando age por meios naturais. A segunda está no "era bom", que é uma tese sobre a realidade: o mundo material, o corpo, os animais, a terra, tudo é bom porque veio de um Deus bom. Contra o desprezo da matéria, a Bíblia funda a gratidão pelo mundo físico.

Fica o convite a receber a criação com esse olhar: nem adorá-la, nem desprezá-la, mas reconhecê-la como obra boa de um Criador bom, e cuidá-la como tal. Encerrada a criação dos animais, o sexto dia guarda ainda o seu ápice — a criação do homem à imagem de Deus. Mas já aqui, no chão cheio de criaturas aprovadas, ressoa a verdade que sustenta tudo: o que Deus faz é bom, e o mundo, apesar de tudo, nasceu da bondade.

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Gênesis 1:25

Seu comentário passa por moderação antes de aparecer.

A Bíblia Comentada
© A Bíblia Comentada 2026. Design by Top Level
📖 Versículos comentados
Bíblia1.039 / 31.102 3,34%
Antigo Testamento548 / 23.145 2,37%
Novo Testamento491 / 7.957 6,17%